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RELAÇÃO ENTRE O IDH E OBESIDADE INFANTIL

Atualizado: 30 de nov. de 2023

RELATIONSHIP BETWEEN HDI AND CHILDHOOD OBESITY





EDIÇÃO ESPECIAL - ANAIS - 1º CONGRESSO INTERDISCIPLINAR DE CIÊNCIAS EM SAÚDE.

Tema: Atualidades Médicas (Veja a Revista Completa).

Novembro de 2023.

Editora UNISV: n.1, Ano 1, 2023.


Como citar esse artigo:


MELO, Samara Silva Stocco de; GUEDES, Marina de Souza. Relação entre o IDH e obesidade infantil. ANAIS - 1º CONGRESSO INTERDISCIPLINAR DE CIÊNCIAS EM SAÚDE. Tema: Atualidades Médicas. Editora UNISV; n.1, Ano 1, 2023; p.33-42. ISBN 978-65-85898-19-5 | D.O.I: doi.org/10.59283/ebk-978-65-85898-19-5


Autoras:


Samara Silva Stocco de Melo

Médica formada pela Universidad Adventista del Plata (UAP). Pós Graduada em Medicina de Família e Comunidade pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com revalidação de Diploma Médico pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Consejeria de Educacion de Madrid. Possui estágio supervisionado em neurocirurgia no consultório Marcelo Valadares (2022) e no Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer (2023). Certificada em Suporte Avançado à Vida em Pediatria (PALS) pela American Heart Association (AHA). Atua na atenção básica à saúde e em urgência e emergência pediátricas.


Marina de Sousa Guedes

Médica formada pela Universidad Adventista del Plata (UAP). Pós Graduada em Medicina de Família e Comunidade pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Revalidação de Diploma Médico pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Consejeria de Educacion de Madrid. Possui e estágio supervisionado em neurocirurgia no consultório Marcelo Valadares (2022) e no Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer (2023).




RESUMO


Este artigo apresenta um estudo detalhado sobre a interconexão entre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e a obesidade infantil. O objetivo central é desvendar como os diversos componentes do IDH — que incluem educação, expectativa de vida e renda per capita — afetam a prevalência e as características da obesidade em crianças. Para isso, foi adotada uma metodologia de revisão de literatura, permitindo uma análise abrangente e multidimensional da temática. Os resultados apontam para uma relação complexa e multifacetada: em países com IDH mais elevado, observa-se frequentemente uma maior incidência de obesidade infantil. Esta correlação é influenciada por fatores variados, como condições socioeconômicas, ambientais, culturais e de gênero. A justificativa para esta pesquisa reside na necessidade de desenvolver políticas de saúde pública mais eficazes e contextualizadas, que abordem os múltiplos determinantes da obesidade infantil. A análise enfatiza a importância de estratégias integradas e de mais estudos para compreender melhor as dinâmicas complexas entre o IDH e a obesidade infantil em diferentes realidades sociais e culturais.


Palavras-chave: Índice de Desenvolvimento Humano (IDH); obesidade infantil; fatores socioeconômicos; determinantes de saúde; políticas de saúde pública.


ABSTRACT


This article presents a detailed study on the interconnection between the Human Development Index (HDI) and childhood obesity. The primary objective is to unravel how the various components of the HDI — including education, life expectancy, and per capita income — affect the prevalence and characteristics of obesity in children. A literature review methodology was adopted, allowing for a comprehensive and multidimensional analysis of the subject. The findings indicate a complex and multifaceted relationship: countries with higher HDI often show a higher incidence of childhood obesity. This correlation is influenced by various factors, such as socioeconomic, environmental, cultural, and gender conditions. The rationale for this research lies in the need to develop more effective and contextualized public health policies that address the multiple determinants of childhood obesity. The analysis emphasizes the importance of integrated strategies and further studies to better understand the complex dynamics between the HDI and childhood obesity across different social and cultural realities.


Keywords: Human Development Index (HDI); childhood obesity; socioeconomic factors; health determinants; public health policies.



1. INTRODUÇÃO


O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida composta que avalia três dimensões fundamentais do desenvolvimento humano: saúde, educação e padrão de vida (Human Development Index, 2013). Enquanto indicador de progresso social e econômico, o IDH reflete não apenas o bem-estar material de uma sociedade, mas também aspectos-chave de qualidade de vida, como a longevidade e o acesso ao conhecimento. Paralelamente, a obesidade infantil emerge como um desafio de saúde pública crescente em todo o mundo, caracterizado por um aumento alarmante nas taxas de crianças com excesso de peso ou obesidade (Han, Lawlor & Kimm, 2010). Esta condição está intrinsecamente ligada a uma série de consequências negativas, tanto imediatas quanto a longo prazo, incluindo riscos aumentados de doenças crônicas, problemas psicossociais e diminuição da expectativa de vida (Sahoo et al., 2015).


O propósito deste artigo é explorar a relação entre o IDH e a obesidade infantil. Este estudo se concentra em compreender como os diferentes componentes do IDH, que refletem o desenvolvimento econômico e social de uma nação, podem influenciar a prevalência e as características da obesidade infantil (Al-Ghamdi et al., 2020). Abordaremos questões como a distribuição geográfica e socioeconômica da obesidade infantil, o papel dos fatores ambientais e culturais (Campbell, 2016), e as políticas de saúde pública relacionadas. Além disso, discutiremos como intervenções focadas na melhoria do IDH podem potencialmente influenciar as taxas de obesidade infantil e vice-versa.


Este artigo não envolve a coleta de dados primários, mas sim uma revisão abrangente e crítica da literatura existente. Nossa análise se baseará em estudos previamente publicados, dados de organizações de saúde e educação, e relatórios de agências internacionais. Ao investigar a interseção entre o IDH e a obesidade infantil, buscamos fornecer insights valiosos para pesquisadores, formuladores de políticas e profissionais de saúde, destacando a importância de abordagens integradas que considerem tanto os fatores de desenvolvimento humano quanto os desafios específicos da saúde infantil.


2. METODOLOGIA


2.1 ABORDAGEM DA PESQUISA


Este artigo adota uma abordagem de revisão narrativa, concentrando-se em uma análise extensa e interpretativa de literatura previamente publicada sobre a relação entre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e obesidade infantil. Este método permite uma exploração aprofundada e multifacetada do tema, abrangendo variadas perspectivas e contextos.


2.2 CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E FONTES DE DADOS


Foram selecionados artigos científicos, relatórios de organizações de saúde globais e regionais, dados estatísticos oficiais e literatura cinzenta, incluindo teses e dissertações. Os critérios de inclusão para as fontes foram:

• Publicações em inglês e português;

• Estudos publicados entre 2000 e 2023;

• Artigos que abordam explicitamente a relação entre IDH e obesidade infantil ou que discutem aspectos relevantes para esta relação.


2.3 ESTRATÉGIA DE BUSCA


A pesquisa foi realizada em bancos de dados acadêmicos como PubMed, Scopus, Web of Science, e Google Scholar, além de bases de dados de organizações como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). As palavras-chave utilizadas incluíram "Índice de Desenvolvimento Humano", "obesidade infantil", "fatores socioeconômicos", "saúde pública" e "determinantes de saúde".


2.4 PROCESSO DE ANÁLISE


A análise dos dados seguiu um procedimento qualitativo, centrado na identificação de temas comuns, padrões e discrepâncias na literatura. As informações foram categorizadas em grandes temas, como impacto socioeconômico, influências ambientais e políticas de saúde pública. A análise buscou estabelecer conexões entre os níveis de IDH e as tendências de obesidade infantil, considerando variáveis como acesso à educação, qualidade de vida e condições socioeconômicas.


2.5 LIMITAÇÕES


Como uma revisão narrativa, esta pesquisa está sujeita a potenciais viéses de seleção e interpretação. Além disso, a diversidade metodológica e os diferentes contextos dos estudos analisados podem limitar a generalização dos resultados. Reconhece-se também que a complexidade do tema pode resultar em variações nas interpretações e conclusões.


2.6 CONSIDERAÇÕES ÉTICAS


Esta pesquisa respeita os padrões éticos de pesquisa, utilizando apenas dados e informações publicamente disponíveis e atribuindo devidamente crédito a todas as fontes consultadas.


3. RESULTADOS


3.1 CORRELAÇÃO ENTRE IDH E PREVALÊNCIA DE OBESIDADE INFANTIL


A análise da literatura revelou uma relação complexa e multifacetada entre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e a obesidade infantil (Human Development Index, 2013). Estudos indicam que países com IDH mais alto tendem a ter maiores taxas de obesidade infantil, sugerindo uma correlação positiva entre o desenvolvimento socioeconômico e a prevalência dessa condição (Al-Ghamdi et al., 2020). No entanto, essa tendência varia significativamente em diferentes regiões e contextos socioeconômicos.


3.2 FATORES SOCIOECONÔMICOS E AMBIENTAIS


Fatores como renda familiar, acesso à educação e qualidade do ambiente urbano, todos componentes do IDH, mostraram-se influentes na obesidade infantil (Campbell, 2016). Em países com IDH elevado, a disponibilidade de alimentos processados e estilos de vida sedentários foram identificados como contribuintes significativos para a obesidade infantil (Han, Lawlor & Kimm, 2010). Por outro lado, em países com IDH mais baixo, a obesidade infantil está frequentemente associada à rápida urbanização e à adoção de dietas ocidentalizadas (Sahoo et al., 2015).


3.3 DISPARIDADES DE GÊNERO E CULTURAIS


Os dados analisados sugerem disparidades de gênero na prevalência de obesidade infantil, que variam em função do IDH (Campbell, 2016). Em muitas sociedades com alto IDH, meninas apresentam taxas mais elevadas de obesidade em comparação com meninos, enquanto em países com IDH mais baixo, esta tendência pode ser invertida ou menos pronunciada. Além disso, fatores culturais e normas sociais influenciam as práticas alimentares e de atividade física, contribuindo para as variações na obesidade infantil.


3.4 IMPACTO DA EDUCAÇÃO E DA SAÚDE


A literatura sugere que uma maior educação, componente crucial do IDH, está associada a uma maior conscientização sobre nutrição e saúde, o que pode influenciar positivamente as práticas alimentares e de atividade física em famílias e comunidades (Campbell, 2016). Simultaneamente, em países com alto IDH, a maior disponibilidade e acessibilidade a serviços de saúde não necessariamente se traduz em uma redução da obesidade infantil, destacando a complexidade dos fatores de risco associados (Han, Lawlor & Kimm, 2010).


3.5 POLÍTICAS DE SAÚDE PÚBLICA E INTERVENÇÕES


Análises de políticas de saúde pública em diversos países revelaram que estratégias eficazes de combate à obesidade infantil muitas vezes transcendem melhorias no IDH. Programas de educação nutricional, promoção de atividades físicas nas escolas e regulamentação da publicidade de alimentos não saudáveis são exemplos de intervenções que mostraram eficácia, independentemente do nível de desenvolvimento humano do país (Sahoo et al., 2015).


3.6 DESAFIOS E OPORTUNIDADES PARA O FUTURO


Os resultados indicam que, embora o IDH seja um importante indicador de desenvolvimento, ele não capta completamente as complexidades associadas ao fenômeno da obesidade infantil. Reconhece-se a necessidade de abordagens mais holísticas e multidimensionais que considerem fatores ambientais, comportamentais e culturais (Al-Ghamdi et al., 2020).


4. DISCUSSÃO


4.1 INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS À LUZ DO DESENVOLVIMENTO HUMANO


A correlação observada entre um alto IDH e uma maior prevalência de obesidade infantil (Al-Ghamdi et al., 2020) levanta questões intrigantes sobre a natureza do desenvolvimento humano e suas implicações na saúde pública. O IDH, ao medir aspectos como longevidade, educação e padrão de vida (Human Development Index, 2013), não aborda diretamente os desafios de saúde como a obesidade infantil. A prevalência elevada de obesidade em países com alto IDH pode refletir os efeitos colaterais de um estilo de vida urbanizado e industrializado, caracterizado por uma alimentação mais processada e um estilo de vida sedentário (Han, Lawlor & Kimm, 2010).


4.2 A COMPLEXIDADE DOS FATORES SOCIOECONÔMICOS


Os resultados demonstram que os fatores socioeconômicos e ambientais associados ao IDH exercem influências significativas e complexas na obesidade infantil (Campbell, 2016). Em países com alto IDH, a abundância de alimentos de alta caloria e a prevalência de estilos de vida sedentários contribuem para a obesidade. Em contraste, em países com IDH mais baixo, a transição nutricional e os desafios econômicos apresentam diferentes padrões de risco (Sahoo et al., 2015). Essa dualidade sugere que as estratégias para enfrentar a obesidade infantil devem ser adaptadas ao contexto específico do desenvolvimento humano de cada região.


4.3 DISPARIDADES DE GÊNERO E CULTURAIS


As disparidades de gênero na obesidade infantil e sua variação com o IDH apontam para a necessidade de políticas sensíveis ao gênero e culturalmente adaptadas (Campbell, 2016). A influência de normas culturais e sociais sobre as práticas alimentares e de atividade física requer uma abordagem mais holística e integrada para lidar com a obesidade infantil, que considere as particularidades de cada comunidade.


4.4 O PAPEL DA EDUCAÇÃO E DA SAÚDE


Embora a educação, um componente chave do IDH, possa promover uma maior conscientização sobre saúde e nutrição, os resultados sugerem que a informação por si só não é suficiente para prevenir a obesidade infantil (Campbell, 2016). Isso destaca a importância de políticas e programas que vão além da educação formal e abordam os ambientes físicos e sociais nos quais as crianças vivem.


4.5 DESAFIOS PARA POLÍTICAS DE SAÚDE PÚBLICA


Os resultados enfatizam que melhorias no IDH não garantem automaticamente uma redução na obesidade infantil (Sahoo et al., 2015). Isso implica que políticas de saúde pública devem ser multifacetadas e abordar diretamente os determinantes comportamentais e ambientais da obesidade. Intervenções eficazes requerem a integração de políticas educacionais, urbanísticas, de saúde pública e de promoção de estilos de vida saudáveis.


4.6 PERSPECTIVAS FUTURAS


A crescente atenção à obesidade infantil como um problema de saúde pública global requer uma reavaliação contínua das estratégias de prevenção e tratamento. A pesquisa futura deve se concentrar em desenvolver abordagens integradas que considerem as complexidades do desenvolvimento humano e os múltiplos fatores que influenciam a obesidade infantil (Al-Ghamdi et al., 2020).


4.7 LIMITAÇÕES DA REVISÃO ATUAL


É importante reconhecer as limitações desta revisão, que incluem potenciais viéses de seleção e interpretação. Além disso, a diversidade dos estudos analisados e os diferentes contextos socioeconômicos e culturais limitam a generalização dos resultados. Pesquisas futuras devem buscar uma compreensão mais aprofundada das interações entre o IDH e a obesidade infantil em diversos contextos (Han, Lawlor & Kimm, 2010).


5. CONCLUSÃO


A investigação sobre a relação entre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e a obesidade infantil revela uma realidade complexa e multifacetada, que desafia concepções simplistas sobre desenvolvimento e saúde pública. Embora o aumento do IDH muitas vezes esteja associado a um aumento nas taxas de obesidade infantil, essa relação não é linear nem uniforme, variando significativamente em diferentes contextos socioeconômicos e culturais.


Os resultados desta revisão ressaltam a necessidade de políticas e intervenções que sejam sensíveis ao contexto e adaptadas às características específicas de cada sociedade. Em particular, é essencial que as estratégias de combate à obesidade infantil considerem os fatores socioeconômicos, ambientais e culturais, indo além da mera melhoria dos indicadores de desenvolvimento humano.


Além disso, a análise destaca a importância de abordagens integradas que combinem educação em saúde, promoção de estilos de vida saudáveis, políticas urbanísticas e alimentares, e programas de atividades físicas adaptadas. Essas estratégias devem ser implementadas de maneira a considerar as disparidades de gênero, as diferenças culturais e os distintos desafios enfrentados por crianças em diferentes ambientes de desenvolvimento humano.


Esta revisão também aponta para a necessidade de mais pesquisas que explorem as interações complexas entre o IDH e a obesidade infantil em diferentes contextos. Estudos futuros devem se esforçar para entender melhor os mecanismos subjacentes a essa relação e identificar as intervenções mais eficazes em diferentes ambientes socioeconômicos e culturais.


Em conclusão, o desafio de enfrentar a obesidade infantil em um mundo em desenvolvimento exige uma abordagem holística e multifacetada, que leve em conta não apenas os indicadores econômicos e de educação, mas também os aspectos sociais, culturais e ambientais que influenciam a saúde das crianças. Somente através de um entendimento aprofundado e de intervenções cuidadosamente adaptadas, será possível mitigar o crescente problema da obesidade infantil em escala global.


6. REFERÊNCIAS


Al-Ghamdi, S., Shubair, M. M., Aldiab, A., Al-Zahrani, J. M., Aldossari, K. K., Househ, M., Nooruddin, S., Razzak, H. A., El-Metwally, A. 2020 The Relationship Between Obesity, Overweight, and the Human Development Index in World Health Organization Eastern Mediterranean Region Countries. PubMed.


Campbell, M. K. (2016). Biological, environmental, and social influences on childhood obesity. Pediatric research, 79(1), 205-211.


Human Development Index. (2013). United Nations Development Programme: Human Development Reports.


Han, J. C., Lawlor, D. A., & Kimm, S. Y. (2010). Childhood obesity. The lancet, 375(9727), 1737-1748.


Sahoo, K., Sahoo, B., Choudhury, A. K., Sofi, N. Y., Kumar, R., & Bhadoria, A. S. (2015). Childhood obesity: causes and consequences. Journal of family medicine and primary care, 4(2), 187.


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Esse artigo pode ser utilizado parcialmente em livros ou trabalhos acadêmicos, desde que citado a fonte e autor(es).



Como citar esse artigo:


MELO, Samara Silva Stocco de; GUEDES, Marina de Souza. Relação entre o IDH e obesidade infantil. ANAIS - 1º CONGRESSO INTERDISCIPLINAR DE CIÊNCIAS EM SAÚDE. Tema: Atualidades Médicas. Editora UNISV; n.1, Ano 1, 2023; p.33-42. ISBN 978-65-85898-19-5 | D.O.I: doi.org/10.59283/ebk-978-65-85898-19-5


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